Curitiba

Polícia apreende 140 kg de maconha em loja de bolos; dois homens são presos

Confeitaria era disfarce perfeito para acobertar distribuição de drogas, diz delegada

Proprietário e comparsa foram presos em flagrante (Foto: Polícia Civil)

A Polícia Civil apreendeu nesta quarta-feira (11) 140 kg de maconha em uma loja de bolos localizada em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O local servia como disfarce perfeito para armazenar o entorpecente e foi descoberto por policias da Denarc (Divisão de Narcóticos). Duas pessoas foram presas e um carro recuperado. A droga estava escondida neste veículo, roubado em setembro, no Bairro Alto, em Curitiba.

Segundo a Polícia, a investigação começou há três meses após informações de que um rapaz, de 25 anos, estaria armazenando entorpecentes nesta fábrica de bolos de sua propriedade. A policia passou a realizar diversas campanas e, na manhã desta quarta-feira, percebeu a chegada de um carro suspeito. Durante a abordagem, foram encontrados os 140 quilos de maconha.

“Ele fazia a entrega de drogas e de bolo. Nem atividade e nem local levantavam suspeitas, o que facilitava o tráfico. Ele fazia entregas para outros traficantes, não para usuários”, explicou a delegada Camila Cecconello. Além do proprietário, também foi preso seu comparsa que estaria envolvido no transporte da droga.

Duas funcionárias que estavam no local prestaram depoimento e se disseram surpresas com a descoberta da polícia. Segundo a delegada, elas não desconfiavam da atividade criminosa praticada pelo patrão.

O proprietário da loja será indiciado por tráfico de drogas e receptação, por causa do carro roubado. A polícia investiga uma eventual participação dele no roubo do veículo. Já o comparsa responderá pelo crime de tráfico de drogas.

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Garota usa droga em balada e morre após ser socorrida pelos pais

Autópsia no corpo revelou a presença de MDMA, substância que dá o nome ao ecstasy

Jovem completaria 21 anos no mês de dezembro (Foto: Reprodução/Facebook)

*Fonte: Hora 7, do R7

A britânica Amy Vigus, de 20 anos, tinha ido a um festival de música em Londres com as amigas. No meio da balada, tomou um comprimido. Disseram a ela que era ecstasy. Já em casa, ela começou, segundo os pais, "a vomitar e ficar pálida". Foi socorrida e levada por eles ao hospital. Entrou em coma e acabou morrendo. Kervin, 49, e Karen, de 51 anos, pais de Amy, fizeram um vídeo emocionante, publicado no Facebook, que conta a história da filha até a morte trágica. A gravação teve mais de 3,1 milhões de visualizações.

O vídeo resume a trajetória da filha, narra seus últimos momentos e, ao final, fala do erro fatal que ela cometeu: "Era uma pessoa linda, mas que nunca saberá a dor que causou a seus parentes e amigos".

Por causa do vídeo, o caso de Amy repercutiu nos principais jornais da Europa. Está sendo analisado esta semana pela corte de Essex, que pretende apurar a responsabilidade pela morte dela.

A garota, que iria completar 21 anos em dezembro e morava em Colchester (cidade a 90 km da capital britânica), foi ao festival Elrow Town, no Queen Elizabeth Olympic Park, em Londres, no último dia 19 de agosto.

Ao lado dos amigos, Amy consumiu o tal comprimido. "Estava chapada", conta uma delas, que não se identificou ao jornal The Sun. "Mas não parecia sofrer com os efeitos. Não naquele momento..."

Amy não se sentiu bem na volta para casa. No trem que a levava para sua cidade. a garota desmaiou e foi amparada pelos amigos. Chegou à residência dos pais passando mal. Eles a socorreram, após a garota vomitar, e perder a consciência mais uma vez.

No dia 20 de agosto, Kervin e Karen levaram a filha para o hospital geral de Colchester. Ela foi levada direto para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Amy entrou em coma e, um dias depois de dar entrada no hospital, morreu. Os pais estavam perto da UTI quando receberam a notícia sobre o desfecho trágico. Semanas depois, eles decidiram fazer um vídeo para lembrar a memória da filha.

O vídeo em homenagem a ela, chamado "Nossa Amy", conta a história da garota a partir do depoimento dos pais.

Um narrador lembra a trajetória da garota mostrando a britânica ainda criança, alternando com fotos da escola e imagens tiradas do Facebook.

Diz o narrador do vídeo, no início da gravação: "Amy nasceu em 29 de dezembro de 1996. Era uma bela filha, irmã, prima e amiga. Ela fazia sorrir, rir, chorar e depois sorrir de novo".

— Era aventureira, atenciosa e audaciosa. Tinha um grande coração e gostava de ajudar em obras de caridade.

O narrador descreve como era a garota até chegar ao festival de música: "Tudo isso mudou até o dia em que ela teve um momento de loucura. Ela tomou uma substância desconhecida. Não sabia ao certo o que isso poderia causar a seu corpo".

— Depois de consumir a substância, que ela acreditava ser ecstasy, ela começou a sorrir e socializar.... Mas, na volta para casa, começou a passar mal. Sentiu os efeitos nocivos da droga. 

— Nossa Amy ficou em coma. Estava deitada, ainda com brilho no cabelo, mas sem nenhum sorriso no rosto.

O narrador ainda lembra: "Ficou ali imóvel, o rosto paralisado. aparentemente em paz. Amy nunca mais sorrirá. Nos corredores do hospital ecoaram gritos desesperados de sua família.

E encerra: "Nossa Amy cometeu um erro. Nossa Amy está morta. Nunca mais sorrirá. Nem comemorará o Natal, nem vai comemorar o seu 21º aniversário. Nunca mais abraçará os pais. Nunca saberá a dor que causou em sua família".

O vídeo ainda faz um alerta: "Numa próxima vez, em que você estiver numa festa, pense nas consequências de seu erro".

A autópsia revelou a presença de MDMA, a substância que dá o nome ao ecstasy, mas médicos e especialistas constataram uma presença bem maior desse composto. Por isso não sabem ainda afirmar com certeza se era ecstasy ou uma droga similar, só que mais forte.

Ela morreu com lesão cerebral hipóxica, causada pela falta de oxigênio no cérebro, e provocada pelo consumo de um comprimido que continha altas doses de MDMA.

 

 

 

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Motociclista sem habilitação mata policial civil de 60 anos

A vítima atravessava na faixa de pedestres quando foi atingida pelo motorista sem habilitação

O policial iria se aposentar em breve, mas teve a vida interrompida pelo motociclista sem habilitação. (Foto: Reprodução RICTV Curitiba)

Luis Carlos Guimarães Neves de 60 anos morreu na noite de terça-feira (10) próximo às 23h. Um motociclista sem habilitação e em alta velocidade atropelou a vítima na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Portão, em Curitiba. O policial civil atravessava a avenida na faixa de pedestres quando foi atingido. Ele morreu antes do socorro chegar.

O condutor da moto de 22 anos sofreu ferimentos graves. O jovem que não teve a identidade revelada foi socorrido, levado ao Hospital do Trabalhador e corre risco de morte.

O agente Neves iria se aposentar em breve. Era casado e deixou duas filhas. Atualmente, não trabalhava mais nas ruas e sim na Central de Telecomunicações da Polícia Civil do Estado do Paraná (CEPOL).

Assista ao vídeo do Paraná no Ar:

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