Curitiba

Motociclista fica revoltado após acidente; o responsável fugiu

"Se fosse ele, se fosse filho dele, a mãe dele ou pai, acho que a revolta dele seria a mesma. E seu eu morro?", disse o jovem

A placa do carro caiu e irá ajudar a polícia na identificação. (Foto: Reprodução/RICTV)

*Com informações de Dayane Enz, repórter da RICTV Londrina

Um jovem ficou com várias escoriações pelo corpo depois que um veículo bateu contra sua motocicleta em Londrina, no norte do Paraná, na tarde desta sexta-feira (6). O condutor fugiu do local sem prestar socorro, mas a placa do carro caiu e ajudará a polícia na identificação do motorista.  

A vítima voltava para o trabalho depois do horário de almoço quando foi atingido pelo carro que fazia uma conversão à esquerda. Ele foi arremessado a vário metros do local da batida e, por sorte, caiu em um matagal e não no asfalto. Do contrário, os ferimentos seriam ainda mais graves.

O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) prestou os primeiros socorros e encaminhou o rapaz a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Mesmo ferido ele contou à equipe da RICTV Londrina como aconteceu o acidente e deixou um recado para o motorista fujão. “Queria que ele criasse vergonha na cara, porque bens materiais a gente vê depois, mas o importante era eu. Se fosse ele, se fosse filho dele, a mãe dele ou pai, acho que a revolta dele seria a mesma. Por mais que esteja errado, danos materiais são supérfluos. O importante é a saúde. E seu eu morro?, disse inconformado o jovem.  

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Secretário de Obras e vereador de Virmond são presos acusados de peculato

Ambos são suspeitos de apropriação de dinheiro ou bens públicos

Máquinas e servidores públicos estavam sendo usados para fazer serviços privados. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

O secretário de Obras e o presidente da Câmara de Vereadores de Virmond, no centro-sul paranaense, foram presos na tarde desta sexta-feira (4) pela Polícia Civil de Cantagalo, também no centro-sul. Os dois são suspeitos de se apropriarem de bens públicos.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações iniciaram depois que a delegacia foi informada que máquinas da Prefeitura Municipal estariam sendo utilizadas de forma irregular na região rural do Rio Tapera. No local indicado, a equipe policial encontrou o presidente da Câmara de Vereadores, um homem de 56 anos, utilizando-se das máquinas para fins particulares.

Conforme informações apuradas pela investigação, três caminhões, uma pá escavadeira e mais três servidores públicos da Secretaria de Obras estavam no local construindo um estacionamento e aplainando um terreno de uma chácara na região. O presidente da câmara foi autuado em flagrante.

Os bens públicos estavam sendo usados em propriedades privadas. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Na sequência das investigações, a equipe se deslocou até a prefeitura da cidade, no local, os policiais questionaram o secretário de Obras da cidade (52 anos) que confirmou ter liberado o maquinário e os funcionários para o presidente da Câmara de Vereadores. O secretário também foi preso em flagrante.

Na delegacia, a dupla ficou em silêncio e se resguardou no direito de falar somente em juízo. Eles permanecem presos e responderão pelo crime de peculato – apropriação de dinheiro ou bens públicos. As investigações seguem.

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Miss é acusada de sequestro de empresário

Dos quatro envolvidos, apenas ela e a mãe do namorado ainda estão em liberdade

Miss é segue em liberdade com tornozeleira eletrônica (Foto: Reprodução/RICTV)

*Com informações da repórter Taís Santa, da RICTV Curitiba

A ex-miss Pinhais, Karina Reis, de 25 anos, é acusada de planejar o sequestro de um empresário de Curitiba pode ser presa. Dos quatro envolvidos, apenas ela e a mãe do namorado ainda estão em liberdade. Outros dois homens, acusados de participar do crime, já estão presos.

A reconstituição do crime foi fundamental para chegar ao envolvimento do quarteto no crime envolvendo o empresário em agosto de 2017.

O policial militar, namorado da miss, liga para o empresário e se passa por cliente. Uma reunião é marcada. O empresário segue ao local combinado, sem saber que estava sendo atraído para uma emboscada. Ao chegar, é rendido pelo policial e pelo vizinho em seguida, é levado no porta malas do carro para a casa da mãe do PM, local usado como cativeiro.

O PM segue preso e, além da condenação, o ministério público pede à justiça que o policial seja desligado da função.  A miss está em liberdade e é monitorada por tornozeleira eletrônica.

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