Curitiba

Em menos de 24 horas, mais três policiais são mortos no Rio

Com as ocorrências, sobe para 97 o total de policiais mortos este ano no estado

Mais três policiais morreram entre a tarde de sexta-feira (11) e a madrugada de hoje (12) (Foto: Tomaz Silva, Agência Brasil)

Mais três policiais morreram entre a tarde de sexta-feira (11) e a madrugada de hoje (12) em confronto com criminosos no Rio de Janeiro. A vítima mais recente foi a cabo Elisângela Bessa Cordeiro, de 41 anos. A policial militar foi morta na madrugada de hoje ao reagir a um assalto na Avenida Martin Luther King, em Coelho Neto, na zona norte da cidade.

Ela foi o 97º policial militar morto no estado neste ano. Outro policial militar morto foi o soldado Samir da Silva Oliveira. De acordo com a Polícia Militar, policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro São João, no Méier, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, foram atacados por criminosos em fuga e o soldado foi ferido gravemente sexta-feira (11).

Samir morreu depois de ser levado ao Hospital Municipal Salgado Filho, também no Méier. Um suspeito foi preso na noite de ontem por agentes da Operação Méier Presente, que também são policiais.

O homem estava com uma pistola e tentou se esconder em uma casa. Segundo a Polícia Militar, o suspeito é apontado como um dos responsáveis pelos roubos de carga na quadrilha que controla a comunidade da Cachoeira Grande, no Lins.

Policial civil

A terceira vítima foi o policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) Bruno Guimarães Buhler, de 36 anos. O atirador de elite foi morto na tarde de ontem (11), durante uma operação contra o roubo de cargas, da Polícia Civil com a Força Nacional de Segurança, na favela do Jacarezinho.

O serviço Disque-Denúncia está oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil para quem oferecer informações que levem à identificação e prisão dos envolvidos na morte do agente.

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Após 7 km de perseguição, PRF apreende 96 kg de maconha em carro roubado

Dois rapazes de 22 dois anos estavam no veículo; eles foram encaminhados para a Polícia Civil de Cascavel

A droga estava espalhada por todo o veículo (Foto: PRF)

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam 140 tabletes, somando 96kg de maconha, na madrugada deste sábado (12), na BR-277, em Cascavel.

A equipe da PRF deu ordem de parada para um veículo Fiesta, mas o condutor desobedeceu e iniciou fuga sentido Curitiba. A perseguição começou próximo ao aeroporto de Cascavel e só foi terminar no acesso à avenida Carlos Gomes, quando o motorista perdeu o controle e bateu.

Durante a fuga, o carro transitou em alta velocidade, fez ultrapassagens proibidas, colocando em risco os demais usuários da rodovia.

Após a colisão, os dois ocupantes do automóvel, ambos com 22 anos de idade, tentaram escapar a pé, mas foram alcançados pelos policiais e presos.

Além da droga, o veículo portava placas falsas e possuía ocorrência de roubo.

Tanto os presos como o veículo e os entorpecentes foram encaminhados para a Polícia Civil de Cascavel. Os rapazes deverão responder pelos crimes de tráfico de drogas, receptação e direção perigosa.

Veja como foi a perseguição:

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Exclusivo: esposa que matou marido PM diz que foi estuprada por ele

A mulher, que ficou presa no Complexo Médico Penal, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), conversou com exclusividade com a reportagem da RICTV

Francielle falou pela primeira vez. Foto: Reprodução/RICTV.

*Com informações da repórter Tais Santana, RICTV Curitiba

Francielle Carolina Moscaleski, a esposa que assumiu ter matado o marido, Cássio Ormond Araújo, tenente da Polícia Militar (PM), conversou com exclusividade com a equipe da RICTV Curitiba nesta quinta-feira (11). A jovem, que saiu da prisão na tarde desta quinta-feira (10), disse o motivo de ter cometido o crime.

O pedido de liberdade foi concedido pela Justiça, depois que a juíza Mychelle Pacheco Cintra Stadler, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, revogou a prisão preventiva. No pedido, a defesa alegou que a jovem agiu em legítima defesa, pois no dia do crime teria sido estuprada pelo marido. Ela teria conseguido se soltar do marido e atirou contra ele. Até então, Francielle não falava qual tinha sido o motivo do crime.

Na entrevista, Francielle disse que foi estuprada pelo tenente da PM e deu outros detalhes sobre a relação dos dois. Segundo a mulher, ela era obrigada a manter relações sexuais com outros homens na frente do policial, para que ele sentisse prazer.

Veja a reportagem:

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