Curitiba

Cabo da PM teria discutido com jovem horas antes de desaparecer

Segundo moradores, o PM foi até a casa da jovem e teria discutido intensamente horas antes de desaparecer

Ele foi morto com três facadas, mas como não havia respingos de sangue dentro do veículo e fora, a Polícia acredita que a morte tenha sido realizada em outro local (Foto: Reprodução/Facebook)

*Com informações do repóreter Daniel Santos, da RICTV Curitiba

O Policial Militar Paulo Marcos Chaniuk teria discutido com uma jovem na Rua Oito, no Jardim Meliane, em Campo Largo, horas antes de desaparecer na última sexta-feira (5). No local foram encontrados estilhaços de vidro e uma faca, possivelmente usada no crime.

Segundo moradores, na madrugada de sábado (6) o PM foi até a casa da jovem, de 20 anos, e teria discutido intensamente. Após a briga, a moradora desapareceu do local.

No local foi encontrado estilhaços do carro de Chaniuk e uma faca com a lâmina torta, confirmando as suspeitas da perícia de que a vítima teria morrido em outro local, e apenas o corpo, juntamente do carro, foram desovados na PR-423. Os pertences do PM não foram encontrados. A delegacia de Campo Largo investiga o caso. 

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Carreta é apreendida com R$ 1 milhão em cigarros contrabandeados

A carga de 250 mil carteiras de cigarro foi avaliada em R$ 1,25 milhão e era transportada para Curitiba

A carga de 250 mil carteiras de cigarro foi avaliada em R$ 1,25 milhão e era transportada para Curitiba (Foto: Divulgação/PRF)

Cerca de 250 mil carteiras de cigarro contrabandeadas do Paraguai foram apreendidas na tarde desta segunda-feira (8) na BR-277, em Balsa Nova, na Região Metropolitana de Curitiba. A ação foi realizada em conjunto pela Polícia Rodoviária Federal(PRF) e da Receita Federal. 

Avaliada em pelo menos R$ 1,25 milhão, a carga ilícita era transportada em uma carreta, abordada por volta de 15h30 em frente à Unidade Operacional São Luiz do Purunã. Com 38 anos de idade, o motorista foi preso em flagrante por contrabando. Ele afirmou que saiu de Cascavel, no oeste do Estado, e que levaria o cigarro até Curitiba.

A ocorrência foi encaminhada para a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O crime de contrabando tem pena prevista de dois a cinco anos de prisão.

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Casos de feminicídio no Rio aumentam 62% de 2016 para 2017

Os dados correspondem aos casos que viraram processos judiciais e apesar de alto, muitos não são registrados

No ano passado, foram 88 casos e em 2016 foram 54 registros, o que representa aumento de 62% (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

*Da Agência Brasil

Em 2017, o estado do Rio de Janeiro registrou aumento no número de feminicídios, que é o assassinato de mulheres por motivo de gênero, derivado geralmente do ódio, desprezo ou sentimento de propriedade sobre elas. No ano passado, foram 88 casos e em 2016 foram 54 registros, o que representa aumento de 62%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) e correspondem aos casos que viraram processos judiciais.

Os registros do Instituto de Segurança Pública do estado (ISP) somam 62 feminicídios de janeiro a novembro de 2017 e 225 tentativas de feminicídio no mesmo período. De 2016, o ISP só tem dados de novembro e dezembro, que somam 14 feminicídios e 43 tentativas. A divulgação de estatísticas sobre o feminicídio no Rio de Janeiro está prevista na Lei estadual nº 7.448, de outubro de 2016. Os dados do ISP correspondem às ocorrências registradas nas delegacias.

O Observatório Judicial da Violência contra a Mulher, um portal do TJRJ, também aponta o crescimento das prisões por processos de violência doméstica. No primeiro semestre de 2017 foram 531 casos. Entre 2011 e 2016, o crescimento foi de 173,45%, indo de 550 para 1.504 reclusões. Desde 2015 o feminicídio é classificado como homicídio qualificado. O crime é previsto no Código Penal e também na Lei Maria da Penha.

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