Curitiba

Primeiro medicamento do Brasil à base de maconha é produzido no Paraná

A previsão é de que o medicamento à base de maconha esteja disponível no mercado até o fim de 2018

Medicamento já está em produção e foi autorizada pela Anvisa (Foto: Ilustrativa/PixaBay)

*Com informações da RICTV Oeste

Uma indústria farmacêutica de Toledo, na região Oeste do Paraná, produziu o primeiro medicamento do Brasil à base de cannabis - um dos elementos de composição da maconha. O medicamento deve estar disponível no mercado até o fim de 2018 e deve ajudar no tratamento de pessoas que sofrem de epilepsia.

O composto, que sempre causou polêmica entre os brasileiros, teve a pesquisa de quatro anos autorizada pela Agência Brasileira de Vigilância Sanitária (Anvisa) e recebeu apoio da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com a empresa, o medicamento já está em produção e passa por uma fase de testes.

A empresa também desenvolveu em laboratório o composto sintético e em breve não precisará utilizar o composto da planta.

Há três anos, a Anvisa retirou o canabidiol da lista de substâncias ilegais e controladas no Brasil.  

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Cidades do Paraná sofrem com surto de conjuntivite

Só em Paranaguá 13 mil casos foram registrados no mês de março; Londrina já teve mais de 500 casos e várias cidades do noroeste enfrentam um disparo nos números da doença

Quem estiver com a suspeita da doença deve evitar locais com grande aglomeração de pessoas. (Foto: Ilustrativa/Pixabay)

Pelo menos seis cidades do noroeste do Paraná estão em estado de atenção por conta de um surto de conjuntivite. Só Londrina, no norte do estado, registrou pelo menos 500 casos no fim de março. Agora Paranaguá, no litoral, está em estado de alerta. De acordo com a Secretaria de Saúde e Prevenção (Semsap), só no mês de março foram 13.404 registros de pessoas com a doença no município. 

Paranaguá

Dos 13.404 casos registrados, só no domingo de Páscoa (1º), 600 pessoas foram atendidas com os sintomas da doença. No sábado, 491 e na sexta-feira, 383.

A Semsap afirmou que o número de médicos foi reforçado nas Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). No entanto, com a grande movimentação, a orientação é que só pacientes que apresentem sintomas mais graves ou piora no quadro se dirijam até as UPA's do município. 

Noroeste

Dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram os números alarmantes:

(Foto: Reprodução/RICTV)

Como o levantamento ainda está em andamento, os números podem sofrer uma atualização em breve.

Recomendação médica

Segundo o médico Juliano Kazuo Yoshizawa, existem vários tipos de conjuntivite, mas em todos o paciente deve procurar a ajuda do médico. “A orientação é sempre passar por uma avaliação médica para que a gente possa fechar o diagnóstico e excluir alguma outra causa um pouco mais grave”, afirmou o profissional.

Contaminação

Ainda de acordo com o médico, quem estiver com a suspeita da doença deve evitar locais com grande aglomeração de pessoas.

A higiene das mãos deve ser frequente, se possível usar álcool gel para evitar que a mão contaminada toque em outros lugares.

Assista à reportagem completa do RIC Notícias:

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Descoberta de novo órgão no corpo pode explicar como câncer se espalha

Encontrar o novo órgão só foi possível graças a uma nova tecnologia que permite ver tecidos vivos em nível microscópico. O interstício pode e ser a chave para a cura do câncer

O cientistas descobriram o interstício por acaso, enquanto analisavam um caso comum de câncer durante um estudo que já dura três anos (Foto: Reprodução Record TV)

*Do R7

Uma rede cheia de fluidos que se esconde entre as camadas da pele foi descoberta por cientistas americanos. O interstício pode se tornar o novo órgão do corpo humano e ser a chave para a cura do câncer.

O tecido é encontrado nos pulmões, sistema digestivo, sistema urinário, além de músculos e vasos que estão ao redor deles. Cerca de 20% dos fluidos do corpo passam por essa rede.

Pesquisadores da Universidade de Nova York descobriram o órgão por acaso, enquanto analisavam um caso comum de câncer durante um estudo que já dura três anos.

Até hoje, acreditava-se que só existia uma densa camada de tecido no local em que o interstício foi encontrado. Encontrá-lo foi possível graças a uma nova tecnologia que permite ver tecidos vivos em nível microscópico. Assista a reportagem:

A densidade da estrutura é tão grande que o tecido não se rompe mesmo após anos de vida. Por isso, é provável que ele também seja responsável por absorver pancadas e choques, protegendo outros órgãos do corpo.

Estudar a fundo essa descoberta pode levar ao entendimento de como os fluidos do corpo atuam na metástase, quando as células do câncer se espalham.

Segundo os pesquisadores, rastrear esse processo ajudaria a impedir o avanço da doença ou até mesmo curá-la. "Agora que sabemos o caminho que o câncer faz no nosso corpo, podemos entrar lá, identificar o trajeto das células e fazer algo para interferir nisso", explica Neil Theise, um dos patologistas da Escola de Medicina da Universidade de Nova York.

Para oficializar o interstício como um órgão do corpo humano, é preciso um consenso entre a comunidade científica.

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