Curitiba

Brasil empata e perde chance de ter melhor campanha das Eliminatórias

Partida contra Bolívia disputada em La Paz terminou empatada por 0 a 0

Jogo na capital boliviana foi muito disputada. (Foto: David Mercado/Reuters)

*do R7

A seleção brasileira entrou em campo nesta quinta-feira (5) apenas para cumprir tabela nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Os comandados de Tite até criaram boas oportunidades durante os 90 minutos, mas não conseguiram sair do zero contra a Bolívia, na altitude de La Paz.

Com o resultado, o Brasil chega a 38 pontos e perde a chance de superar a campanha da Argentina nas Eliminatórias para a Copa de 2002, que foi a melhor da história do torneio. A Bolívia, já eliminada, agora chega a 14 e permanece na vice-lanterna.

As melhores oportunidades de gol da partida surgiram dos pés do craque Neymar, que teve a chance de marcar em ambos os tempos. Gabriel Jesus foi outro atleta a desperdiçar boas chances. 

O último confronto do Brasil pelas Eliminatórias acontecerá na próxima terça-feira (10), no Allianz Parque, em São Paulo. A equipe medirá forças com o Chile, que ainda mantém o sonho de conquistar sua vaga na Copa. A Bolívia encerrará sua participação nas Eliminatórias contra o Uruguai, em Montevidéu.

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Beto Richa sanciona lei que libera cerveja nos estádios

A venda e consumo da bebida estava proibida desde 2008; texto deve ser validado após a publicação no Diário Oficial

A lei será validada após a publicação no Diário Oficial (Foto: Marcos Santos/ USP Imagens)

Beto Richa, governador do Paraná, sancionou na manhã desta segunda-feira (25) a lei que libera a venda e consumo de cerveja em estádios. O texto havia sido aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná no final de agosto, e deve valer efetivamente depois da publicação no Diário Oficial.

A comercialização de cerveja nos estádios estava proibida desde 2008. Agora, a lei prevê que apenas cerveja e chope poderão ser vendidos, qualquer outra espécie de bebida alcoólica continua proibida, assim como a venda para menores de 18 anos.

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O drama do Coxa

Derrota para o Botafogo deixa o time comandado por Marcelo Oliveira mais pressionado

Cortiba perde em casa e segue na zona de rebaixamento (Foto: Site Oficial/ Coritiba)

Cortiba perde em casa e segue na zona de rebaixamento (Foto: Site Oficial/ Coritiba)

  *Por Marcelo Batata

O drama do Coxa não é estar na zona de rebaixamento.

O drama do Coxa é não ter bom rendimento para ter maiores esperanças de sair desta situação com alguma tranquilidade.

O Coritiba é um time em que o meio-campo não funciona. Anderson, que veio pra qualificar e ser uma solução, troteia em campo. Tiago Real tenta (foi esforçado, tentou jogadas contra o Botafogo), mas não teve inspiração suficiente para resolver o problema da criação de jogadas. Rafael Longhine entra e nada acrescenta. Os meias, que precisam criar, não estão funcionando.

E assim o Coxa rifa bola pros seus atacantes, faz ligação direta, deixa a torcida irritada. A bola queima no pé de seus jogadores.

Marcelo Oliveira ainda não conseguiu fixar um time e insisti-lo por um maior números de jogos, inclusive devido a lesões, suspensões e talvez por ainda não ter a convicção de qual pode ser a melhor formação para o time alviverde.

O drama do Coxa parece que vai até o final do campeonato. E mais uma vez, mais um ano, o campeonato do Coxa vai ser para não cair.

Champions x Libertadores

A plataforma de estatísticas Footstats divulgou esta semana uma pesquisa muito interessante. Nela, é feito o levantamento dos últimos seis anos das semifinais da Libertadores e da Champions League, que compara a frequência de times presentes nas semifinais destas duas competições. 

Analisando estes números, é muito fácil concluir a imprevisibilidade dos times que chegam às semifinais da Libertadores em comparação com a Champions League nos últimos anos.

Nestes últimos seis anos de competição, são 24 partidas pelas semifinais de cada competição. Nestas 24 partidas, tivemos nove clubes envolvidos na Champions, enquanto na Libertadores foram 22 clubes diferentes.

Quando são analisados os campeões destes últimos seis anos, somente três clubes diferentes ganharam nas seis edições da Champions. Já na Libertadores, foram cinco.

Enquanto temos cinco países representados nestes seis anos de análise das semifinais da Champions, temos nove na competição sul-americana.

E ainda temos o número de cinco clubes que participaram de forma inéditas das semifinais da Libertadores neste período, contra somente um da Champions.

O futebol sul-americano está cada vez mais nivelado, enquanto na Europa, os grandes estão dando menos chances para os demais.

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